Pagamento por Aproximação

Pagamento por aproximação em pedágios

Pesquisa

Clique no link abaixo para acessar a pesquisa "Análise comparativa de meios de pagamento para pedágios", realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido da Abecs.

O estudo mostra que os usuários enxergam diversos benefícios e têm a intenção de adotar o pagamento por aproximação em pedágios, em substituição principalmente ao uso do dinheiro.

Infográfico

Os principais dados da pesquisa, também disponíveis no infográfico original em PDF.

Como é pago o pedágio hoje em dia?

Atualmente, os meios mais utilizados são a "tag" e o dinheiro. O pagamento com cartão só é possível em quatro rodovias.

  • Tag/Passagem automática60%
  • Papel moeda35%
  • Cartão por aproximação4%
  • Cartão vale pedágio1%
Ilustração de quatro cabines de pedágio, duas para pagamento em dinheiro e duas para tag, com carros atravessando as raias

Cartão/pulseira pré-pago: 0%, Cartão de inserir: 0% cada.

Meios favoritos de pagamento em compras cotidianas

Os meios de pagamento digitais são os preferidos: cartão soma 45% (inserir + contactless) e Pix 23%. O papel moeda tem a preferência de 25% das pessoas.

  • Cartão de inserir
    28%
  • Papel moeda
    25%
  • Pix
    23%
  • Cartão contactless
    17%
  • Nenhum
    5%
  • Ticket/Pré-pago
    1%
  • Cartão vale pedágio
    1%
  • Pagamento digital
    0%
  • QR Code
    0%
Ilustração de uma mão segurando cédulas de dinheiro

Pagamento contactless

Em um cenário no qual não fosse possível pagamento por tag, 60% dos respondentes teriam preferência por meios digitais de pagamento.

  • Papel moeda
    35%
  • Cartão contactless
    23%
  • Cartão de inserir
    16%
  • Pix
    15%
  • Não sabe
    5%
  • Cartão vale pedágio
    2%
  • Pagamento digital
    1%
  • Cartão pulseira pré-pago
    1%
  • QR Code
    1%
  • Ticket/Pré-pago
    1%

Adoção do contactless em todas as rodovias de São Paulo

Caso o cartão por aproximação seja aceito em todas as rodovias de São Paulo, ele seria adotado por 32% dos pagantes atuais. Entre os pagantes de veículos de passeio, esse percentual seria de 35%. Já os motoristas de veículos comerciais não passariam de 20%.

  • 32%Pagantes atuais (geral)
  • 35%Veículos de passeio
  • 20%Veículos comerciais

Hoje x futuro: tag, papel moeda e cartão contactless

Projeção de como ficaria a distribuição entre os principais meios de pagamento hoje e caso o contactless passasse a ser aceito em todas as rodovias de São Paulo.

  • Hoje
  • Futuro com contactless em todas as praças
60%
50%
Tag/Passagem automática
35%
18%
Papel moeda
4%
32%
Cartão por aproximação
Ilustração de duas mãos, uma abrindo uma carteira e outra segurando um cartão por aproximação

Custos e benefícios

Os benefícios da adoção do sistema semiautomático, apontados pelos entrevistados, estão atrelados tanto à operação da praça de pedágio quanto ao conforto dos usuários.

Custos

  • Necessidade de implementação de dispositivos nas cabines
  • Pagamento de taxas para administradoras

Benefícios

  • Diminuição de troco
  • Redução de custos com segurança nas praças
  • Maior satisfação dos usuários
  • Redução no tempo de pagamento
  • Eliminação de cobrança com emissão de "boletos"
Ilustração de uma balança com o prato de custos mais leve e o prato de benefícios mais pesado

Pedágios de free-flow

Além da modalidade de pagamento com cartão, foi pesquisada a receptividade do modelo free-flow. Os entrevistados podiam apontar mais de um benefício, por isso os percentuais não somam 100%.

  • Cobrança automática35%
  • Agilidade/economia de tempo23%
  • Facilidade de pagamento15%
  • Praticidade6%
  • Outros3%

O pagamento em dinheiro não deixará de existir imediatamente. No entanto, dar alternativas ao usuário é passo essencial no caminho da modernização já vista em todo tipo de comércio em geral. O caminho natural dos usuários que utilizam dinheiro será migrar para o pagamento com cartão, um passo necessário para educá-los e prepará-los para modalidades do futuro, como o free-flow.

  • Dinheiro
  • Cartão
  • Free flow

Pesquisa realizada com 44 stakeholders (qualitativa) e 2.376 entrevistas pessoais com usuários em 8 rodovias paulistas (quantitativa).